À literatura!

A literatura recria, transforma o mundo das letras.
Rendilho, floreio, orno, empoleiro no pedestal da imaginação
Elevando-a à superioridade de amar a escrita!
Balbucia, salta como borboletas que dançam o bailado
Azul dos cisnes em águas doces!
Renasce a cada momento, num instinto de rebeldia,
Duma frustração ingénua, que desce do alto magistério,
Misterioso, misericordioso, que empurra a mão em leve pena
A deslizar pelo papel,transpondo todo o sentir do âmago tão ferido,
Incompreendido pelas vestes do batimento cardíaco, deixando rolar
Bátegas de amor, paixão exaustiva, até ao fim da existência.
Leva o vento dispersando pelo mundo, as cinzas do literato,
Por mim esculpidas na erosão do tempo!!!
O poder da palavra, é louca! sobe, trepa, por escarpas
Incólumes, vertiginosas, galopante, sem temor,
Até que a luz da alma se apague!!!

Autora
Maria Antonieta

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