
É no bradar do vento
Que sopra na colina a cantar!…
Subo os degraus do silêncio
Onde te vou encontrar!…
Brisa suave e lenta
Que corre no meu olhar!…
No meu interior
Baila uma infinidade de sílabas!…
Brotam intrinsecamente em flor
Que desabrocham lentamente
No sentir de tanto amar!…
É implícito o descrever a forma como descortinamos!…
Os tesouros escondidos no fundo do mar!…
Rosas que murmuram no silêncio do luar!…
As mutações interpelam os sentidos
Ao descobrir a sensibilidade do vazio
No calado dos horizontes perdidos!…
No vazar de um longo rio
Que atravessa vales e cordilheiras
Árvores floridas de laranjeiras
Que orlam os espaços da verdura
Plantados no umbral da aventura!!
Autora
Maria Antonieta
Reservados direitos do autor









