
A lua vive sozinha,
Cheia redondinha
E muito iluminante
Na escuridão da noite!
Que brilho esfuziante
No seu quarto crescente
Que fica muito contente!
No seu quarto minguante
Fica pouco brilhante,
Come se fosse um açoite
Que rouba o namorar,
Ela gosta de amar!
Logo se põe a cantar
Para o dia despertar!
Nasce o sol todo contente
Põe a lua bem ausente,
Começa ele a brilhar!
Sua luz tão imponente
Põe corações a saltar
Para o mar vão nadar!
Que calor!… diz o amor!
Vamos ver o sol se deitar
Na quietude a poente
Com todo o seu esplendor!
Está a lua a espreitar
A ver o sol a dormir
Para ela vir a sorrir!
Autora
Maria Antonieta
