Silêncio!

Caminheiro, companheiro
Devagar, devagarinho
Vamos pelo caminho
Ao encontro do amor!
Que surge com tanto alvor,
Surjo à vida, para amar!
À solta muito vivida
Como rosa florida
No calor do teu olhar!
Na quietude da verdura
Sinto uma leve doçura
Que inebria o calor do teu corpo!
Nesta tão doce quentura
Vou deleitar-me na aventura!
Nestas longas amnésias
Desfruto tudo num sopro
Que esvoaça nas falésias!

Autora
Maria Antonieta

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