A ti!…

Caiem bátegas de chuva
Na vidraça da janela
Sento-me ao pé dela
Que negra nuvem, tão turva
Perturba o meu olhar
Por tanto te amar!…
Olho o céu tão nublado
Dia triste, tão ofuscado
Sem brilho, para sorrir!
Penso em ti!…estás distante!…
Meu coração num instante
Se pôs por ti , a florir!…
Gritando, em alto delírio
Buscando para ti um lírio
Nas trevas do infinito!
Estagnante silêncio
No teu doce fulgêncio
Que fica no teu finito!

Autora
Maria Antonieta

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