Alma adormecida!

Doce alma que dormes ao relento
Na brisa embaladora do vento
Danças nas cordas da saudade
Sonhando com o tempo da mocidade!…
Vozes murmuram em peito cerrado
Pela voltagem de energia já cansado
Subindo a escarpa da solidão
Sentindo os gumes das farpas pelo chão!…
Em lage esculpida na sepultura do tempo
Entrando descalça na adoração ao templo
Na eterna cobertura do brando voar
Que idealizas encontrar a paz de amar!!!

Autora
Maria Antonieta
Reservado direitos do autor

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