Dizer-te!

Na contextura do teu dizer
Há muito para fazer
Na universalidade do tempo!…
Corres pelo etéreo, sem rumo
Pelas cortinas do fumo
Que rasgas sem compaixão!…
Apalpas tudo em vão
No caminho da escuridão
Perdido sem salvação!..
Pedes o teu perdão
A Cristo que está na cruz!
Suas chagas têm luz
Na redenção das alturas
Queres curar tuas fissuras
Que mordem o teu sofrer!..
Para não mais padecer
Ao Divino vais orar
Com amor, até amar!

Autora
Maria Antonieta

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