O poeta!

Meus olhos de poeta
Que dizem quanto amam!
São palavras de profeta
Adormecidos, perdido
Por entre campo de lírio
Grito em forte delírio
Que em surdina gemia
Essa pungente dor!
Numa lenta agonia
meu amor que têm feridas!
Crisálidas adormecidas
Que soam no eco das fontes cálidas
Onde nascem flores pálidas!
Celeste formosura
Meu amado, meu amante
No teu olhar de frescura
Meu prazer arrepiante
Se deleita em belas rosas
Perfumadas, tão vaidosas!
No teu colo para te amar!

Autora
Maria Antonieta

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